Covid-19: CP suspende paragens no concelho de Ovar

Créditos da imagem: Nuno Morão.

Devido ao estado de calamidade declarada para o município de Ovar na sequência da epidemia de Covid-19, a CP – Comboios de Portugal suspendeu a paragem dos comboios Intercidades, InterRegional e Regional na estação de Ovar, mantendo-se as paragens destes serviços nas restantes estações.

Por outro lado, no que toca aos comboios Urbanos do Porto é suprimida em todo o trajeto a família Porto – Ovar dos comboios Urbanos do Porto, e os comboios da família Porto – Aveiro deixam de efetuar paragem nas estações e apeadeiros de Esmoriz, Cortegaça, Carvalheira-Maceda, Ovar e Válega.

Os passageiros dos comboios Intercidades, InterRegionais e Regionais que tenham bilhetes adquiridos para a estação de Ovar deverão sair na estação anterior ou seguinte.

Esta medida surgiu após terem sido registados 30 casos de infeção por Covid-19 no concelho de Ovar.

Comboios internacionais entre Portugal e Espanha suspensos a partir de terça-feira

Créditos da imagem: Ruben Ramalho

A CP – Comboios de Portugal vai suprimir os comboios internacionais Sud-Expresso, Lusitânia-Comboio Hotel e Celta a partir da próxima terça-feira, devido ao surto de Covid-19.

De acordo com um comunicado da transportadora ferroviária, esta medida partiu da congénere espanhola Renfe, e tem caráter temporário, até aviso em contrário.

No último domingo, a Renfe anunciou uma redução do número de lugares em 85% nos comboios de alta velocidade, de modo a permitir a disponibilidade de apenas um em cada três lugares. O objetivo desta medida é reduzir a distância entre os passageiros e evitar a propagação do Covid-19, seguindo a decisão do Conselho de Ministros extraordinário espanhol do último sábado, para que os operadores de transporte tomem as medidas necessárias para garantir o espaçamento entre os passageiros.

Numa nota publicada no seu site oficial, a CP tem vindo a acompanhar as informações e orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) no que diz respeito ao surto do novo coronavírus, de tal modo que procurou sensibilizar os trabalhadores e os clientes acerca de comportamentos preventivos, o reforço da higienização, limpeza e definectação dos comboios (em particular, as superfícies mais utilizadas), e ainda, o reforço da higienização e desinfeção dos filtros de ar condicionado, com maior incidência nos locais que concentram grandes volumes de pessoas, nomeadamente “bilheteiras, gabinetes de apoio aos clientes, instalações sociais (cantinas, refeitórios, copas), salas de reunião, salas do pessoal operacional, sanitários e balneários, gabinetes de utilização individual ou de equipa”.

No que diz respeito ao material circulante, serão reforçadas operações de limpeza, com especial incidência no interior das composições e nas cabines de condução, e antes de cada viagem, os filtros de ar condicionado serão desinfetados, com um agente desinfetante. Do mesmo modo, também serão aplicados “procedimentos para a identificação, tratamento e encaminhamento de casos suspeitos” de doença e serão preparados “espaços em locais específicos destinados ao apoio a clientes que apresentem situação suspeita”.

A CP também procedeu a alterações nas condições do reembolso dos bilhetes, “dado o caráter excecional da situação, oferecendo maior flexibilidade aos clientes que pretendam desistir da viagem de comboios Alfa Pendular, Intercidades, InterRegional, Regional e Turísticos”. O reembolso não implica taxas e deve ser solicitado nas bilheteiras, tendo o pedido de ser feito até três horas antes da partida do comboio da estação de origem de cada cliente.

Demolição de chaminés em Setúbal interrompe parcialmente a Linha do Sul

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A UTE 2243 passando pela antiga Central Termoelétrica de Setúbal rumo ao Barreiro. Créditos da imagem: João Cunha.

No próximo dia 07 de março (sábado) serão demolidas as chaminés da antiga Central Termoelétrica de Setúbal. Esta unidade fabril foi construída em 1979 e desativada em setembro de 2012. Era servida por dois ramais ferroviários particulares que ainda existem e entroncam na Linha do Sul junto à estação de Praias do Sado, um deles com ligação direta ao Porto de Setúbal.

A demolição destas chaminés decorre entre as 12h e as 14h e será feita junto à linha férrea com recurso a explosivos, e por esse motivo, será necessário interromper parcialmente o tráfego ferroviário, por razões de segurança. Assim, os comboios com partida do Barreiro às 11h25 e 12h25 terminarão a sua marcha em Setúbal, ao passo que os comboios com partida de Praias do Sado-A às 12h40 e 13h40 terão início na estação de Setúbal, não servindo os apeadeiros de Praça do Quebedo e Praias do Sado-A, que ficarão desativados no período da interrupção.

Prevê-se que a partir das 14h seja reposta a normalidade da circulação ferroviária nos serviços suburbanos da Linha do Sado, explorados pela CP Lisboa.

Exposição “Linha do Oeste: Passado, Presente e Futuro”

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No dia 22 de fevereiro de 2020 decorreu a inauguração da exposição intitulada “Linha do Oeste: Passado, Presente e Futuro”. São várias as entidades que aceitaram o desafio da comissão de defesa da Linha do Oeste e participaram no arquivo fotográfico da exposição com os seus registos fotográficos, como é o caso do CEC – Clube de Entusiastas do Caminho de Ferro.

De recordar que, em outros tempos, a Linha do Oeste, que liga as estações de Agualva-Cacém e Figueira da Foz, já esteve em risco de fechar, devido à crise económico-financeira. No entanto, tal decisão foi travada pela população e pelo meio associativo. Caso esta medida se concretizasse, surgiriam consequências graves que se iriam refletir no acesso às praias durante o verão, na transferência de vários comboios de mercadorias para o modo ferroviário, e na eliminação de uma redundância fundamental à Linha do Norte.

E são precisamente alguns destes pontos que poderão ser abordados na exposição, na medida em que a Linha do Oeste tem um papel fundamental a desempenhar na região, e tal só será possível com a modernização e a melhoria da oferta exigida há anos pela comissão de defesa. Através desta exposição, procura-se contribuir para a divulgação da história e do papel fundamental que esta linha pode e deve cumprir no futuro.

A exposição pode ser visitada até ao próximo dia 08 de março (domingo) no Museu do Ciclismo das Caldas da Rainha, sendo que no dia 07 de março (sábado), pelas 15h, realiza-se uma sessão-debate sobre o futuro da Linha do Oeste.

Automotoras espanholas da CP visitam a Linha do Alentejo

A UTD 592-203 a efetuar o Regional 6413 com destino às Caldas da Rainha, no dia 08 de agosto de 2019. Créditos da imagem: Ruben Ramalho

Nos próximos dias 21, 24, 26 e 27 de fevereiro, a CP prepara-se para dar início a mais uma série de marchas de formação de maquinistas. Desta vez, será a vez das automotoras espanholas da série 592, vulgarmente conhecidas por ‘Camellos’, visitarem a Linha do Alentejo, algo que poderá ser digno de registos fotográficos, uma vez que são raras as aparições destes comboios a sul do país.

As marchas de formação de maquinistas partem de Lisboa-Santa Apolónia às 10h25 e chegam a Beja pelas 12h47. Pelo caminho, efetuam paragens técnicas nas estações de Entrecampos, Sete Rios, Pragal, Pinhal Novo, Pegões, Vendas Novas, Torre da Gadanha, Casa Branca, Vila Nova da Baronia e Cuba. Por outro lado, o regresso está agendado para as 14h25 a partir de Beja, com chegada prevista a Lisboa-Santa Apolónia às 17h10, seguindo a mesma lei de paragens, mais a estação do Poceirão.

Não se sabe ao certo se estas marchas terão como intuito a futura integração de maquinistas nas linhas do Minho, Douro e Oeste, onde as 592 prestam serviços de passageiros, ou a possível alteração de material circulante dos comboios Intercidades que ligam Casa Branca a Beja, aproveitando o reforço, a partir do dia 01 de março, de mais oito carruagens Schindler recentemente recuperadas em Guifões para efetuarem comboios Regionais e InterRegionais na Linha do Douro, o que poderá libertar mais automotoras desta série para outras linhas não eletrificadas, a par com a série 0450 (UDD). Mas uma coisa é certa: esta será uma rara ocasião para obter registos fotográficos com as automotoras alugadas a Espanha em locais pouco habituais.

Em Albergaria dos Doze, à “caça” da locomotiva 2601 da CP

A locomotiva 2601 da CP à passagem pela estação de Albergaria dos Doze, numa marcha de formação de maquinistas com destino ao Entroncamento. Créditos da imagem: Ruben Ramalho.

No passado dia 15 de fevereiro tive a oportunidade de ir a Albergaria dos Doze com um grupo de amigos, com o objetivo de filmar as marchas de formação da locomotiva 2601 da CP, que voltou ao ativo depois de ter estado encostada desde 2011. A escolha da estação não foi ao acaso, uma vez que esta dispõe de plataformas em curva.

Assim, enquanto entusiasta ferroviário soube que não podia perder a oportunidade de registar aquela que foi considerada uma das locomotivas mais rentáveis da CP. Deste modo, optámos por apanhar no Oriente o comboio Intercidades nº 722, com partida às 09h39. Seguiu-se uma breve paragem em Caxarias, para efetuarmos o transbordo para o Regional nº 4513, com chegada a Albergaria dos Doze pelas 11h27. Enquanto esperávamos pelo Regional em Caxarias, tivemos a oportunidade de filmar a partida do Intercidades nº 722 para Braga, bem como um comboio de mercadorias da Medway, que passou sem parar pela estação.

Uma vez chegados à estação de Albergaria dos Doze, foi hora de estudarmos o spot e fazer testes em termos de luz, imagem, brilho, qualidade do som, etc. Até à passagem da 2601, houve tempo para registar outros tipos de comboios, como uma dresine (veículo de inspeção) da IP – Infraestruturas de Portugal, um Regional para o Entroncamento, mais um comboio de mercadorias da Medway, e, por fim, um Intercidades com destino para Lisboa.

Eram cerca de 12h43 quando a tão aguardada locomotiva laranja passou a estação de Albergaria dos Doze, trazendo consigo sete carruagens normalmente afetas ao serviço Intercidades.

Depois de filmarmos a marcha, fomos almoçar no restaurante “O Albergue”, situado a 300 metros da estação. Pelo caminho, fomos descobrindo os recantos de Albergaria dos Doze, incluindo uma antiga paragem da extinta empresa Rodoviária Nacional antigo automóvel pendurado em cima de uma árvore.

Depois de almoço, voltámos para a estação, com o objetivo de filmar o regresso da 2601 a Contumil, no Porto. Desta vez, tivemos direito a buzinadelas, tendo em conta que os maquinistas da formação sabiam que se iam cruzar connosco. Eram umas 14h50 quando a marcha passou por Albergaria dos Doze.

O vídeo do regresso da CP 2601 a Contumil, no Porto. Créditos das imagens: Ruben Ramalho.

Uma vez que o próximo comboio para o Entroncamento seria apenas às 17h36, optámos por dar mais uma volta por Albergaria dos Doze, e filmar alguns comboios perto do túnel ferroviário da localidade. Um Alfa Pendular, um Regional para Coimbra e três Intercidades foram os comboios que conseguimos registar nesta magnífica tarde de sábado.

Assim, e conforme estipulado nos horários, o Regional nº 4512 chegou à tabela à estação de Albergaria dos Doze. Desta vez, fomos até ao fim da linha, no Entroncamento, onde esperámos pelo Regional nº 4432 com destino a Lisboa. Os cerca de 30 minutos de espera foram produtivos, na medida em que deram para filmar a passagem de um comboio de mercadorias da Medway, a chegada do Regional de Badajoz, com a automotora Allan 0362, um Regional para Tomar, e um Intercidades para o Porto.

Às 18h44 chegou o Regional nº 4432 com destino a Lisboa-Santa Apolónia, marcando o fim de mais uma magnífica aventura ferroviária.

Foi sem dúvida um ótimo dia, passado em bela companhia, que me permitiu voltar a ver pelos meus próprios olhos uma locomotiva que esteve nove anos encostada, e finalmente voltou a receber uma nova oportunidade por parte da CP, dando provas de que foi um erro terem abatido esta série. Recorde-se que, apesar de estas marchas de formação serem efetuadas na Linha do Norte, será na Linha do Minho que estas locomotivas prestarão serviços de passageiros, ao fazerem regionais entre Porto e Viana do Castelo, e mais tarde a Valença, assim que estiverem concluídas as obras de eletrificação a norte de Viana do Castelo.

CP com novidades no Comboio Histórico do Vouga

A locomotiva E214 da CP com o Comboio Histórico do Vouga no dia 14 de dezembro de 2019. Créditos da imagem: Nelso M. Silva.

A CP – Comboios de Portugal anunciou recentemente novidades para a edição de 2020 do Comboio Histórico do Vouga, que liga Aveiro a Macinhata do Vouga. Na prática, tais novidades prendem-se com a realização de novas viagens e o reforço da oferta de carruagens históricas que futuramente integrarão este produto turístico.

Assim, no período do Carnaval irão existir duas viagens, agendadas para os próximos dias 22 e 23 de fevereiro. Nestas datas, a composição histórica, formada pela locomotiva a vapor E214 e três carruagens datadas de 1908, 1913 e 1925, irá ser reforçada com uma carruagem “napolitana”, construída pela empresa Officine Ferroviarie Meridionali SA em 1931 e recentemente recuperada nas oficinas da CP em Contumil, após ter estado parqueada em Sernada do Vouga sem utilização. Assim, e uma vez que o salão de passageiros da “napolitana” conta com 30 lugares, a oferta do Comboio Histórico do Vouga para o fim-de-semana do Carnaval passará a contar com 174 lugares.

Ensaios da carruagem “napolitana” para o Comboio Histórico do Vouga. Créditos da imagem: Manuel Moreira.

Por outro lado, para o período da Páscoa também estão previstas novidades no Comboio Histórico do Vouga, com a integração de outra carruagem histórica, construída em 1908 nas Oficinas Gerais do Barreiro, e que atualmente se encontra a ser recuperada.

A carruagem que irá reforçar o Comboio Histórico do Vouga no período da Páscoa. Créditos da imagem: Manuel Moreira.

Com estas medidas, a CP continua a sua aposta no segmento das viagens de lazer e turismo, com destaque para os comboios históricos, o que contribui para o desenvolvimento da atividade económica da região.

Em breve, os programas para estas viagens serão disponibilizados no site da CP.

Utentes da Linha de Sintra protestaram contra a degradação do serviço

Créditos da imagem: Tiago Alves Miranda, via Flickr.

Pelo menos cinco pessoas concentraram-se na manhã desta terça-feira na estação ferroviária da Amadora, em protesto pelas más condições de que a Linha de Sintra tem sido alvo.

Os utentes manifestaram-se contra os atrasos e as supressões de comboios que diariamente têm afetado as suas rotinas. De modo a chamar a atenção para a degradação do serviço prestado, foram empunhados cartazes através dos quais se podia ler frases como “Basta de viajar como sardinha em lata”, “Mais investimento”, ou “Chega de de atrasos”. Os clientes dos comboios que diariamente ligam Sintra e Meleças a Lisboa e Alverca do Ribatejo exigem a melhoria das condições de transporte.

“Há comboios suprimidos, atrasos diários, falta de higiene, desconforto e, nos últimos meses, a situação agravou-se com a chegada do passe Navegante, que veio trazer mais utentes para a linha — mas os comboios são os mesmos“, explicou Vasco Ramos, da Comissão de Utentes da Linha de Sintra, em declarações ao jornal Observador. Ainda de acordo com Vasco Ramos, a CP não tem capacidade de resposta, pelo que, a curto prazo, não será encontrada nenhuma solução que permita resolver estes problemas.

“Esta estação [da Amadora] até nem é das piores, mas temos algumas em que chove lá dentro, outras estão muito degradadas e não estão aptas a servir as pessoas no século XXI, como a de Algueirão-Mem Martins, e outras são verdadeiras relíquias“, acrescenta Vasco Ramos, que refere ainda que já teve audiências nas câmaras da Amadora e de Sintra, com efeitos nulos. “O que nos dizem é que vão ver, mas depois não concretizam”, disse.

Nos últimos meses, a CP – Comboios de Portugal tem registado um aumento do número de passageiros, e muito contribuiu os passes sociais, medida que foi introduzida em abril do último ano, em duas modalidades: 40 euros para toda a Área Metropolitana de Lisboa (Navegante Metropolitano), e 30 euros para um só concelho (Navegante Municipal), além dos passes familiares, com um valor máximo de 80 euros. No entanto, os problemas sucedem-se, isto porque a CP atravessa um grave problema de falta de material circulante, com várias automotoras inutilizadas.

Já no último mês de novembro, a Câmara de Sintra anunciou que ia exigir do Governo e da CP um plano de investimentos para o reforço de meios humanos e do material circulante na Linha de Sintra, na sequência da “degradação do serviço”, que diariamente prejudica milhares de passageiros.

Fertagus introduz mais uma ligação entre Lisboa e Coina

Créditos da imagem: Ruben Ramalho.

A Fertagus, empresa que explora a ligação ferroviária entre Lisboa e Setúbal, via Ponte 25 de Abril, procedeu esta segunda-feira, dia 03 de fevereiro, a mais uma alteração nos horários em vigor.

Tal ajuste consiste no reforço das ligações para a Margem Sul, com a introdução de uma nova ligação com destino a Coina. De acordo com um comunicado da transportador privada, este reforço tem partida de Roma-Areeiro pelas 16h33, com hora de chegada a Coina às 17h06, sendo efetuado com uma composição dupla (comboios com oito carruagens). Em simultâneo, também o suburbano com partida de Roma-Areeiro às 16h23 com destino a Coina será efetuado com um comboio duplo.

Esta é uma das medidas implementadas pela Fertagus para responder face ao aumento da procura provocada pela introdução dos passes sociais Navegante em abril de 2019, que tiveram um grande impacto nos operadores de transporte da Área Metropolitana de Lisboa, tendo, no caso da Fertagus, permitido que só no último ano mais de 24 milhões de passageiros viajassem através do denominado “Comboio da Ponte”, o que representa mais 14% face aos 21 milhões de passageiros transportados em 2018.

Outra medida implementada pela Fertagus neste sentido consistiu na formação e contratação de mais maquinistas, com o objetivo de garantir mais horários e maior fluidez nos seus serviços, o que resultou num aumento em 10% no número de ligações entre Lisboa e Setúbal. De igual modo, também foram contratados mais operadores comerciais, para garantir um alargamento do horário de funcionamento das bilheteiras.

Para além de ajustes aos horários, a Fertagus também prevê, em 2020, oferecer mais 48 lugares por comboio, ao modificar o interior das carruagens, através da retirada de bancos. Desde o dia 29 de maio do último ano que a UQE 3515 circula com esta configuração, a título experimental, pelo que a empresa detida pelo grupo Barraqueiro irá optar por alargar a medida às restantes 17 automotoras que diariamente unem as duas margens do rio Tejo.

O interior da UQE 3515 da Fertagus, com menos lugares sentados e varões dispersos pelas carruagens. Imagem retirada do site da Fertagus.

Atualmente, a frota da Fertagus é utilizada numa capacidade próxima dos 100%: das 18 unidades quádruplas elétricas (UQE) atualmente afetas à empresa, 17 são utilizadas nas horas de ponta, sendo que uma fica em manutenção no parque de material circulante em Coina.

Diariamente, a Fertagus transporta cerca de 98 mil passageiros, permitindo a retirada de uma média de 30 mil viaturas por dia da ponte 25 de Abril, o que evita a emissão de 780 mil toneladas de CO2 [dióxido de carbono].

Bem-vindos ao meu blog

Olá a todos! Sejam bem-vindos ao meu blog “Notícias sobre carris”.

Através deste projeto, irei dar a conhecer as novidades que envolvem o universo ferroviário, bem como curiosidades acerca dos caminhos-de-ferro portugueses e estrangeiros. Sejam livres para tecerem quaisquer críticas ou sugestões de melhoria.

Entrem a bordo e… Boas viagens sobre carris! 🙂

Beijinhos e abraços,

Ruben Ramalho

Pormenor da estação de Alhandra, na Linha do Norte.